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| Triste realidade que o homem se transformou |
Este blog traz conteúdos de geografia que irão te ajudar em suas pesquisas e aplicações... Bom estudo!!
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segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
sexta-feira, 14 de janeiro de 2011
Por que Tanto Calor e Chuva?
Recentemente nos deparamos com altas temperaturas e excesso de chuvas em muitas cidades brasileiras. Para compreender os motivos e as consequências desses fenômenos, associados ao tempo e ao clima, necessitamos de vários materiais em diferentes áreas do conhecimento.
Chuva - Calor e Chuva
A chuva é um fenômeno meteorológico que consiste na precipitação de água sobre a superficie da Terra. Seu processo de formação ocorre quando a água que está na superfície da Terra, ao ser aquecida pelo calor do Sol, evapora e se mistura com o ar. Como no alto da atmosfera o ar é muito frio, nessa região o vapor de água se condensa, formando pequenas gotinhas de água ou minúsculos cristais de gelo que flutuam no ar, dando origem ás nuvens. Com o tempo mais água pode se condensar, aumentando o tamanho das gotinhas. Quando o peso não lhes permite mais ficarem suspensas, as gotas de água caem de volta para a superfície da Terra, formando dessa maneira as gotas de chuva.
Tempo e Clima - Calor e Chuva
Segundo o INMET (Instituto Nacional de Meteorologia), existe diferença entre o tempo e o clima. O tempo é o estado físico das condições atmosférica em um determinado momento e local. Isto é, a influência do estado físico da atmosfera sobre a vida e as atividades do homem. O clima é o estudo médio do tempo para o determinado período ou mês em uma certa localidade. Também, se refere às características da atmosfera inseridas das observações contínuas durante um certo período. O clima abrange maior número de dados e eventos possíveis das condições de tempo para uma determinada localidade ou região.
Desta maneira, tempo e clima são dois termos que estão intimamente relacionados, mas, mesmo assim, distintos. É bom lembrar, que a temperatura, chuva, vento, umidade, nevoeiro, nebulosidade, etc., formam o conjunto de parâmetros do tempo (estado instantâneo da atmosfera) e o clima, portanto, corresponde ao comportamento das condições atmosféricas de determinado lugar por muitos anos sucessivos.
Desta maneira, tempo e clima são dois termos que estão intimamente relacionados, mas, mesmo assim, distintos. É bom lembrar, que a temperatura, chuva, vento, umidade, nevoeiro, nebulosidade, etc., formam o conjunto de parâmetros do tempo (estado instantâneo da atmosfera) e o clima, portanto, corresponde ao comportamento das condições atmosféricas de determinado lugar por muitos anos sucessivos.
Urbanização - Calor e Chuva
Somente na segunda metade do século XIX e todo o século XX ocorreu um intenso processo de urbanização da população mundial. Com o rápido e em muitos casos desordenado crescimento das cidades, muitos países passaram a acumular problemas ambientais como: Ilhas de calor, resíduos sólidos, ocupações irregulares, impermeabilização do solo e enchentes. As grandes cidades enfrentam mais esses problemas devido a densidade populacional alta, as condições de vida precária e os investimentos públicos insuficientes.
Fonte: http://www.diaadia.pr.gov.br/temasatuais/
Rio de Janeiro - Desastres Naturais
Segundo o Núcleo de Pesquisa e Aplicação de Geotecnologias em Desastres Naturais e Eventos Extremos - INPE - os desastres naturais são causados pelo impacto de um fenômeno natural de grande intensidade sobre uma área ou região povoada, podendo ou não ser agravado pelas atividades antrópicas.
Para exemplificar, uma tempestade severa (evento natural) produz fortes chuvas e ventos. Quando se desloca sobre áreas urbanas (perigo), densamente ocupadas, podem gerar destelhamentos, inundações nas áreas próximos aos rios e escorregamentos nas encostas mais íngremes, consideradas áreas de risco. Atingindo estas áreas, casas são alagadas e destruídas, pessoas acabam morrendo e outras tantas são obrigadas a procurar locais seguros, como os abrigos temporários.
Assim sendo, a tragédia que aconteceu no Rio de Janeiro será abordada no "em Foco", tanto em "Desastres Naturais", quanto em "Por que Tanto Calor e Chuva?".
A Tragédia no Rio de Janeiro
O temporal que provocou tragédia no estado do Rio de Janeiro, começou a cair no final da tarde de segunda-feira (05/04/2010) e levou o caos à capital, a qual praticamente parou na terça-feira. Segundo dados do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), somente na terça-feira choveu mais do que o esperado para todo o mês de abril na cidade. A tragédia das chuvas, que resultou em deslizamentos de terra, como o Morro do Bumba, em Niterói, escancarou o problema da ocupação de encostas.
Da montanha de terra e lixo que cobriu muitas casas no Morro do Bumba, um antigo depósito de lixo, foram contabilizadas muitas mortes, além da capital, e outras cidades como São Gonçalo, Petrópolis, Nilópolis, Paracambi e Magé. A maioria das mortes aconteceu em regiões de encostas e áreas de risco.
Após reunião de emergência, a Prefeitura elaborou um mapa apontando as áreas de risco prioritárias, ou seja, as que têm ainda chances maiores de sofrer deslizamentos.
As autoridades municipais discutirão a aplicação pontual de intervenções que, na prática, devem representar o despejo de milhares de pessoas em 33 bairros cariocas.
Causas da tragédia
Desastres naturais - Brasil - Enchentes * Este link direciona para uma página em flash e/ou gifts animados.
Saiba mais
Acesse as fotos
Fonte: SEED/PR
Desastres Naturais
Segundo o Inpe, os desastres são conceituados como o resultado de eventos adversos que causam grandes impactos na sociedade, sendo distinguidos principalmente em função de sua origem, isto é, da natureza do fenômeno que o desencadeia. A Defesa Civil no Brasil, obedecendo as normativas da Política Nacional de Defesa Civil, classifica os desastres como naturais, humanos e mistos. Basicamente, a diferença nessa conceituação está na participação direta ou não do homem. Simplificando a análise, os desastres podem ser distinguidos como humanos e naturais. Clique aqui para ver o artigo sobre desastres humanos e naturais.
Como fenômenos naturais comuns que podem resultar em desastres naturais, pode-se citar: ciclones, dilúvios, deslizamentos de terra, endemias, epidemias, pandemias, erosão, erupção vulcânica, ciclone tropical (furacão, tufão), incêndio florestal, inundação, queda de meteoro, tempestades (gelo, granizo, raios), tornado, tsunami, terremoto.
Fonte: www.diaadiaeducacao.pr.pr.br
quarta-feira, 29 de dezembro de 2010
Hotspots Ambientais
É importante conhecermos o conceito de hotspot ambiental e entender a importância da conservação das áreas assim denominadas e sabermos localizar os hotspots no mundo e no Brasil e buscar informações relevantes sobre cada um deles.
O conceito de "hotspot" ambiental e a importância da preservação das áreas assim denominadas. Hotspot foi o termo escolhido em 1988 pelo cientista ambiental inglês Norman Myers, da Oxford University, para identificar regiões que concentram os mais altos níveis de biodiversidade da Terra e que são, ao mesmo tempo, as áreas mais ameaçadas do planeta. Para ser considerada hotspot, a área precisa conter, no mínimo, 1500 espécies de plantas endêmicas (que só nascem naquele local) e ter perdido mais de ¾ de sua vegetação original.
Hoje, de acordo com levantamento da organização não governamental Conservação Internacional, existem 34 hotspots no planeta. Juntos, eles cobrem menos de 3% da superfície total. Identificá-las foi o primeiro passo para incentivar a discussão de políticas públicas que garantam sua preservação.
Resumindo (Texto de Apoio):
HOTSPOT AMBIENTAL
É toda área prioritária para conservação, isto é, de alta biodiversidade e ameaçada no mais alto grau. Para ser considerada hotspot, uma área deve ter pelo menos 1.500 espécies endêmicas de plantas e, ao mesmo tempo, ter perdido mais de 3/4 de sua vegetação original.
Fonte: Conservação Internacional - BrasilBIODIVERSIDADE (OU DIVERSIDADE BIOLÓGICA)
É a riqueza e a variedade do mundo natural. As plantas, os animais e os microrganismos fornecem alimentos, remédios e boa parte da matéria-prima industrial consumida pelo ser humano. Para entender o conceito de biodiversidade, devemos considerar o termo em dois níveis diferentes: todas as formas de vida, assim como os genes contidos em cada indivíduo, e as inter-relações entre elas (quando a existência de uma espécie afeta diretamente muitas outras), ou seja, os ecossistemas.
WWF BrasilCONSERVAÇÃO
É o manejo do uso humano de organismos e de ecossistemas com a finalidade de garantir a sustentabilidade desse uso. Além disso, conservação inclui proteção, manutenção, reabilitação, restauração e melhoramento das populações e dos ecossistemas.
IUCN – International Union for Conservation of Nature
DEGRADAÇÃO AMBIENTAL
Ocorre quando há uma modificação no meio ambiente que altere as características físicas, químicas e biológicas presentes nesse meio, inviabilizando sua regeneração ou recuperação de forma natural.
IUCN – International Union for Conservation of Nature*** Clique nos endereços abaixo para obeter mapas dos Hotspots Ambientais:
http://eco.ib.usp.br/lepac/conservacao/ensino/imagens/hotspots.gif
http://www.conservation.org.br/arquivos/Mapa%20Hotspots%202005.pdf
Natureza na UTI
Onde a biodiversidade está mais ameaçada no planeta?
Conheça os 10 pontos mais críticos, onde pelo menos 90% da natureza foi devastada
Considerando a porcentagem de vegetação original destruída, a bacia do mar Mediterrâneo é a região mais agonizante do planeta: apenas 4,7% da área original segue intacta e 32 espécies de animais endêmicas (que só existem no próprio lugar) estão ameaçadas de extinção. Mas neste ranking ingrato há outras nove regiões com mais de 90% do território original destruído.
Elas fazem partede uma lista de 34 regiões definidas por organizações ambientais como as mais importantes para a conservação da biodiversidade mundial. São os hotspots: locais que possuem ao menos 1 500 espécies de plantas endêmicas e já perderam 70% ou mais de suas áreas originais. Juntas, as 34 regiões ocupam menos de 3% da superfície do planeta, mas concentram 50% de todas as espécies vegetais e 42% de todos os vertebrados da Terra.
"Você acaba com a força de evolução do planeta quando interrompe de maneira tão abrupta a existência dessas regiões riquíssimas", afirma a bióloga Monica Fonseca, da ONG Conservation International do Brasil. Duas dessas regiões estão no Brasil: a mata Atlântica, com 8% da cobertura original, e o cerrado, com 20%.
(veja o infográfico) - Aqui estão detalhadas as 10 regiões mais ameaçadas do planeta.
Fonte: http://planetasustentavel.abril.com.br
terça-feira, 28 de dezembro de 2010
Deriva Continental
Esta teoria foi criada pelo meteorologista alemão Alfred Wegener, na qual ele afirmou que há, aproximadamente, 200 milhões de anos não existia separação entre os continentes, ou seja, havia uma única massa continental, chamada de Pangeia e um único Oceano, o Pantalassa.
Depois de milhões de anos houve uma fragmentação surgindo dois megacontinentes chamados de Laurásia e Godwana, e apartir daí os continentes foram se movendo e se adequando às configurações atuais.
O ponto crucial para o desenvolvimento da teoria da Deriva Continental, que na sua essência significa movimentação dos continentes, ou ainda, placas que se movem, é a constatação de que a Terra não é estática. Então Wegener percebeu que a costa da África possuía contorno que se encaixava na costa da América do Sul.
Outro vestígio que reforça a teoria foi a descoberta de fósseis de animais da mesma espécie em continentes diferentes, pois seria impossível que esses animais tivessem atravessado o Oceano Atlântico, a única explicação é que no passado os dois continentes encontravam-se juntos.
Texto de Apoio (Rev. Diversão Educativa)
O planeta Terra é como um ser vivo, quando observamos suas EXTENSAS formações montanhosas, grandes VALES e imensos OCEANOS, temos a sensação de que todo esse cenário é imutável e de que a TERRA está pronta e acabada. Na verdade, o panorama do nosso PLANETA sofre transformações constantes. A Terra está sendo reesculpida e ALTERADA, porém numa lentidão que raramente somos capazes de perceber. Os geólogos descobriram, por exemplo, que os continentes estão à DERIVA, ou seja, deslocam-se lentamente com o passar do tempo, a uma velocidade de alguns centímetros por SÉCULO. Os cientistas encontraram semelhanças entre fósseis colhidos no Brasil e na África do Sul, entre rochas encontradas no Brasil e no CONGO e entre fósseis encontrados na Austrália e na Índia. Assim foi possível descobrir que os continentes, outrora, formavam um único e grande continente chamado PANGÈIA, o qual provavelmente fragmentou-se há mais ou menos trezentos milhões de anos. Além dessas grandes transformações, outras menores estão acontecendo na superfície da Terra. A AÇÃO da água e dos ventos é a principal responsável pelo trabalho superficial de escultura da superfície terrestre. Ações vulcânicas também modificam nossas paisagens, em virtude da grande quantidade de MATÉRIA (magma) que é lançada na superfície da Terra. Algumas forças vindas do ESPAÇO também provocam mudanças profundas na Terra. Fenômenos físicos e químicos estão presentes em todas essas transformações que ocorrem em nosso planeta (Adaptado de Diversão Educativa ano I, nº 1).
quinta-feira, 23 de dezembro de 2010
Tectonica de Placas
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| As diferentes placas tectônicas |
De acordo com a teoria da Deriva Continental, a crosta terrestre é uma camada rochosa descontinua, apresentando vários fragmentos, denominadas placas litosféricas ou placas tectônicas. Essas placas compreendem partes de continentes e o fundo dos oceanos e mares.
Portanto, as placas tectônicas são gigantescos blocos que integram a camada sólida externa da Terra, ou seja, a litosfera (crosta terrestre mais a parte superior do manto). Elas estão em constante movimentação (se movimentam sobre o magma do manto), podendo se afastar ou aproximar umas das outras, esses processos são classificados em:
Zonas de divergência – as placas tectônicas afastam-se umas das outras.
Zonas de convergência – as placas tectônicas se aproximam, sendo pressionadas umas contra as outras. Esse fenômeno pode ser de subducção ou obducção.
Subducção – as placas movem-se uma em direção a outra e a placa oceânica (mais densa) “mergulha” sob a continental (menos densa).
Obducção ou colisão – choque entre duas placas na porção continental. Acontece em virtude da grande espessura dos trechos nos quais estão colidindo.
Esse movimento das placas tectônicas altera lentamente o contorno do relevo terrestre, elevando cordilheiras e abrindo abismos marinhos. Outra consequência desse fenômeno (causado pelo encontro das placas) são os terremotos e tsunamis (ondas gigantescas). Em 2004, no oceano Índico, um terremoto de 9,3 pontos na escala Richter provocou um tsunami que ocasionou a morte de mais de 230 mil pessoas.
Os movimentos das placas tectônicas foram comprovados através de pesquisas realizadas com satélites artificiais. Foi detectado, por exemplo, que a América do Sul afasta-se 3 cm por ano do continente africano.
As principais placas tectônicas são: Placa do Pacífico, Placa de Nazca, Placa Sul-Americana, Placa Norte-Americana, Placa da África, Placa Antártica, Placa Indo-Australiana, Placa Euroasiática Ocidental, Placa Euroasiática Oriental, Placa das Filipinas.
Portanto, as placas tectônicas são gigantescos blocos que integram a camada sólida externa da Terra, ou seja, a litosfera (crosta terrestre mais a parte superior do manto). Elas estão em constante movimentação (se movimentam sobre o magma do manto), podendo se afastar ou aproximar umas das outras, esses processos são classificados em:
Zonas de divergência – as placas tectônicas afastam-se umas das outras.
Zonas de convergência – as placas tectônicas se aproximam, sendo pressionadas umas contra as outras. Esse fenômeno pode ser de subducção ou obducção.
Subducção – as placas movem-se uma em direção a outra e a placa oceânica (mais densa) “mergulha” sob a continental (menos densa).
Obducção ou colisão – choque entre duas placas na porção continental. Acontece em virtude da grande espessura dos trechos nos quais estão colidindo.
Esse movimento das placas tectônicas altera lentamente o contorno do relevo terrestre, elevando cordilheiras e abrindo abismos marinhos. Outra consequência desse fenômeno (causado pelo encontro das placas) são os terremotos e tsunamis (ondas gigantescas). Em 2004, no oceano Índico, um terremoto de 9,3 pontos na escala Richter provocou um tsunami que ocasionou a morte de mais de 230 mil pessoas.
Os movimentos das placas tectônicas foram comprovados através de pesquisas realizadas com satélites artificiais. Foi detectado, por exemplo, que a América do Sul afasta-se 3 cm por ano do continente africano.
As principais placas tectônicas são: Placa do Pacífico, Placa de Nazca, Placa Sul-Americana, Placa Norte-Americana, Placa da África, Placa Antártica, Placa Indo-Australiana, Placa Euroasiática Ocidental, Placa Euroasiática Oriental, Placa das Filipinas.
Fonte: www.brasilescola.com.br
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