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quarta-feira, 30 de dezembro de 2015

10 Questões sobre globalização e desigualdades sociais



1- Sobre a economia globalizada, assinale a alternativa correta:
a) Homogeneizou as culturas e reduziu as discrepâncias econômicas entre os países.
b) Integrou economias e possibilitou a difusão de hábitos semelhantes pelo mundo.
c) Deu visibilidade às minorias, a povos e culturas de recantos isolados do mundo.
d) Quase anulou a xenofobia e os conflitos étnicos e religiosos em todo o planeta.
e) Eliminou as fronteiras entre os países tornando as condições de vida idênticas em todas as partes do mundo.

2- O processo de globalização tem, na atualidade, provocado grandes mudanças, tanto nas esferas econômica, financeira e política quanto na vida social e cultural dos povos e das nações, em escala mundial. A esse respeito, é possível afirmar, de modo correto, que:
a) A maioria das instituições financeiras globais tem sua sede localizada nos países subdesenvolvidos.
b) O avanço das telecomunicações e da informática e o uso da internet são fundamentais para os fluxos financeiros mundiais.
c) O Estado intervém na economia por meio de investimentos no setor industrial, fortalecendo, assim, as empresas estatais.
d) As transformações políticas, econômicas, sociais e tecnológicas dão-se da mesma forma nos países desenvolvidos e subdesenvolvidos.
e) Os blocos econômicos regionais são constituídos com o objetivo único de formação de alianças para defender a autonomia política dos países membros.

3- Uma das características do mundo globalizado são as empresas transnacionais. Explique o que e quais são os objetivos das empresas transnacionais?
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4- Cite ao menos 3 consequências da globalização?
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5- O processo de (a) ________________________ está relacionado às redes de ____________________ e de _____________________ que encurtam distâncias e integram o planeta, especialmente sob o ponto de vista  da _____________________.
A alternativa que preenche corretamente as lacunas é:
a) globalização, comunicação, transportes, técnica.
b) técnica, fibra óptica, comunicação, globalização.
c) globalização, sistemas, tecnologia, técnica.
d) globalização, comunicação, transportes, economia.
e) globalização, comunicação, transportes, economia.

6- O que são blocos econômicos? Por que são criados? De qual bloco econômico o Brasil é membro?
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______________________________________________________________________________
______________________________________________________________________________
______________________________________________________________________________
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7- Assinale a alternativa com as palavras que, corretamente, completam a sentença abaixo.
“A _______________é o principal bloco econômico da atualidade, formada por ______ nações. Os países-membros estabeleceram a livre circulação de pessoas, mercadorias e serviços em seus territórios, além de a maior parte deles adotarem uma moeda única, o ____________”.
a) Apec, 28, dólar.
b) União Europeia, 21, euro.
c) Apec, 28, dólar.
d) CEI, 27, dólar.
e) União Europeia, 28, euro.

8- Marque a(s) alternativa(s) que corresponde(m) aos objetivos de desenvolvimento do milênio, estabelecidos pela Organização das Nações Unidas em 2000:
I) Erradicar a extrema pobreza e a fome.
II) Oportunizar aos idosos uma vida digna.
III) Oferecer leite materno para todas as crianças.
IV) Reduzir a mortalidade infantil
V) Garantir a sustentabilidade ambiental.

Estão corretas:
a) Apenas I e II.
b) Apenas II e III.
c) Apenas I e IV.
d) Apenas I, IV e V.
e) Apenas II, IV e V.

9- Observe o mapa que retrata o percentual da população subnutrida nos países em desenvolvimento e, com base nos seus conhecimentos sobre o assunto, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas:


(    ) O continente africano é o que apresenta o maior número de países com população subnutrida (porcentual superior a 35%), o que mostra a falta de acesso da população a uma alimentação equilibrada, fato este que em muitos casos está relacionado aos diversos conflitos que ocorrem nessa porção do planeta.
(    ) A falta de alimentos é consequência da baixa produtividade na produção mundial de alimentos, portanto a utilização de novas tecnologias para aumentar a produtividade resolveria essa questão.
(    ) A subnutrição está estritamente relacionada ao crescimento populacional, pois a produção de alimentos não consegue acompanhar a demanda mundial de quase 7 bilhões de habitantes.
(    ) Mesmo sendo grandes produtores rurais, o Brasil e a Argentina apresentam parcelas da população subnutrida. Parte dessa produção é destinada ao abastecimento de mercados externos.


10- Os blocos econômicos podem se diferenciar conforme os acordos estabelecidos pelos países integrantes, isto é, apresentam diferentes níveis de integração. Os níveis de integração mais avançado e menos avançado são respectivamente:
a) Zona de livre comércio e união aduaneira.
b) União aduaneira e união econômica.
c) Mercado comum e zona de livre comércio.
d) União econômica e união aduaneira.
e) União política econômica e monetária e zona de livre comércio.

segunda-feira, 19 de agosto de 2013

Globalização - Milton Santos

Resenha do documentário “Encontro com Milton Santos – O mundo global visto do lado de cá” 

Link do Filme: O Mundo Global Visto do lado de cá

No filme “Encontro com Milton Santos – O mundo global visto do lado de cá”, é feito um recorte singular sobre a globalização, a sociedade de consumo, as divisões que esta sociedade se encontra, o território, os efeitos famigerados da globalização, as crises que esta promove, as barreiras físicas e simbólicas postas pelo capitalismo como efeito da globalização, o papel da mídia e as revanches organizadas por suas maiores vítimas.
A crise se estabelece e Milton Santos faz este alerta quando afirma que: “O consumo é o grande fundamentalismo”. E é sagaz quando apresenta as três vertentes da globalização no mundo; a globalização como é posta, a globalização da perversidade e o mundo por uma outra globalização.
No decorrer do documentário é apresentada uma série de acontecimentos no mundo inteiro que focam a atenção nas causas que esta sociedade capitalista centraliza, a fim de obter benefícios próprios em detrimento da desorganização do território, da apropriação de bens comuns e do uso privado de riquezas mundiais por parte de uma minoria. Apropriações indevidas que geraram tensões por tentar deter grandes bens nas mãos de pequenos grupos, enquanto se assolava o estado de miséria e a sociedade crônica para todo o resto.
A tentativa de privatização da água potável em Cochabamba, Bolívia em 2000 e o 3º Fórum Mundial da Água em Kioto, Japão em 2003, foram eventos que chamaram a atenção do mundo para os efeitos da famigerada globalização frente à sociedade capitalista na qual vivemos.
Em meio à crise financeira , ao estado de caos que se encontra, tem-se o crescimento crônico do desemprego, a fome e o desabrigo que cada vez mais se alastra. Os baixos salários, o estado de mendicância e miséria em que as pessoas são postas, crescem diretamente proporcional ao que chamamos do segundo efeito da globalização, ou globalização da perversidade, em que a pobreza é vista com naturalidade.
Enquanto isto, a sociedade se divide em dois grandes grupos; “o grupo dos que não comem e o grupo dos que não dormem com receio do grupo dos que não comem.” (José de Castro). E Milton Santos ainda afirma que “produzimos mais comida do que consumimos”. E esta sociedade subdividida permanece criando barreiras de segregação. Sejam estas barreiras físicas – Muralha da China e Muro de Berlim – ou barreiras simbólicas – que é a que a Europa mantém contra os estrangeiros e clandestinos, a fronteira entre o México e o EEUU, onde a migração não é desejada.
Adiante os acontecimentos tem a mídia como a fábula da globalização, que assume o papel de intermediação diante desta, pois controla a interpretação do que acontece no mundo, em que não há produção excessiva de notícias, e sim de ruídos.
Contudo, a revanche é feita. Os grupos que são massacrados e postos à margem deste processo atroz de desenvolvimento global ganham força com seus movimentos e buscam reverter a ordem de tudo que está posto. A África e a América Latina são os gigantes despertando para os problemas que lhe são causados, e que não se promovem por quem lá habita e sim pelos grandes “olheiros” e investidores de mercado que ambicionam ganhar espaço para depois explorá-lo. E não há melhor modo de fazer isto, senão criando confrontos entre os grupos para adquirirem espaços de dominação.
Com o despertar destes grandes pólos de desenvolvimento, os espaços cada vez mais são tomados e causam incômodo. Daí tem os olhares do norte x os olhares do sul, que propicia a observação da diferenças de pólos econômicos em blocos capitalistas distintos; os que produzem e os que consomem. Numa fala mais íntima do que possa representar os grupos que tem e os grupos que não tem moeda de consumo numa sociedade que impera a globalização da perversidade.
E Milton Santos afirma que: “Não há cidadania no Brasil. A classe média não requer direitos, e sim privilégios.” O estado de cidadania nos é roubado pelo jogo de interesse no qual esta classe promove. Mas Milton Santos é perspicaz ao frisar que estas ações não são promovidas de modo estanque pelo Estado, e afirma que: “As fontes criadoras de diferenças e desigualdades são mais fortes que as ações do Estado. Para isto, é necessário um Estado socializante.”
Diante deste Estado socializante a ser construído há também uma sociedade e Milton Santos é muito feliz quando diz que esta sociedade na qual vivemos ainda é um ensaio; ela nunca existiu.

Fonte: Excrevivência

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Capitalismo e DIT - Atividades

O Capitalismo
O que é capitalismo: Capitalismo é um sistema econômico em que os meios de produção e distribuição são de propriedade privada e com fins lucrativos. Decisões sobre oferta, demanda, preço, distribuição e investimentos não são feitos pelo governo e os lucros são distribuídos para os proprietários que investem em empresas e os salários são pagos aos trabalhadores pelas empresas. O capitalismo é dominante no mundo ocidental desde o final do feudalismo.
Como funciona o capitalismo:
- tem como principal objetivo o lucro;
- baseia-se na propriedade privada dos meios de produção.
- tem no dinheiro ou em seus similares (cartões de credito, cartões de debito, talões de cheque) o seu principal meio de troca;
- funciona segundo a lei da oferta de da procura – economia de mercado;
- predomina o trabalho assalariado. O trabalhador vende sua força de trabalho ao donos dos meios de produção em troca de um salário, ou seja, a força de trabalho é uma mercadoria.
- no sistema capitalista, a sociedade é baseada na divisão de classes.
O capitalismo e sua evolução
O capitalismo teve origem na Europa entre os séculos XIII e XIV, com o Renascimento urbano e comercial.
A partir do século XV, com as grandes navegações, expandiu-se para outros lugares (Ásia, Oceania, África e América), dando origem à primeira Divisão Internacional do Trabalho (DIT).
A DIT explica as relações comerciais de produção entre os países.
A evolução do Capitalismo consiste em 3 fases:
1-      Capitalismo comercial ou pré-capitalismo;
2-      Capitalismo industrial;
3-      Capitalismo financeiro.
Capitalismo comercial
Este período estende-se do século XVI ao XVIII. Inicia-se com as Grandes Navegações e Expansões Marítimas Européias, fase em que a burguesia mercante começa a buscar riquezas em outras terras fora da Europa. A moeda substitui o sistema de trocas, relações bancárias, fortalecimento do poder da burguesia e desigualdades sociais.
Capitalismo industrial:
No século XVIII, a Europa passa por uma mudança significativa no que se refere ao sistema de produção. A Revolução Industrial, iniciada na Inglaterra, fortalece o sistema capitalista e solidifica suas raízes na Europa e em outras regiões do mundo. A Revolução Industrial modificou o sistema de produção, pois colocou a máquina para fazer o trabalho que antes era realizado pelos artesãos. O dono da fábrica conseguiu, desta forma, aumentar sua margem de lucro, pois a produção acontecia com mais rapidez. O desemprego, baixos salários, péssimas condições de trabalho, poluição do ar e rios e acidentes nas máquinas foram problemas enfrentados pelos trabalhadores deste período.
O lucro ficava com o empresário que pagava um salário baixo pela mão-de-obra dos operários. As indústrias, utilizando máquinas à vapor, espalharam-se rapidamente pelos quatro cantos da Europa. O capitalismo ganhava um novo formato. 
Capitalismo Financeiro ou monopolista:
Iniciada no século XX, esta fase vai ter no sistema bancário, nas grandes corporações financeiras e no mercado globalizado as molas mestras de desenvolvimento. Podemos dizer que este período está em pleno funcionamento até os dias de hoje.
Grande parte dos lucros e do capital em circulação no mundo passa pelo sistema financeiro. A globalização permitiu as grandes corporações produzirem seus produtos em diversas partes do mundo, buscando a redução de custos. Estas empresas, dentro de uma economia de mercado, vendem estes produtos para vários países, mantendo um comércio ativo de grandes proporções. Os sistemas informatizados possibilitam a circulação e transferência de valores em tempo quase real. Apesar das indústrias e do comercio continuarem a lucrar muito dentro deste sistema, podemos dizer que os sistemas bancário e financeiro são aqueles que mais lucram e acumulam capitais dentro deste contexto econômico atual.
Atividades:
1- O que é capitalismo?
2- Cite duas características do funcionamento do capitalismo.
3- O capitalismo teve origem nos séculos ___________ na ____________com o _________________________.
4- O que é DIT e quando teve sua origem?
5- Qual são as 3 fases do capitalismo?
6- Assinale a alternativa correta:
a-     A atual fase do capitalismo é o capitalismo industrial
b-    O capitalismo financeiro consiste no sistema bancário e no mercado globalizado
c-     No capitalismo o lucro não é prioridade
d-    No mundo não predomina o sistema capitalista
7- Neste período, a moeda substitui o sistema de trocas, relações bancárias, fortalecimento do poder da burguesia e desigualdades sociais. Estamos falando de qual fase do capitalismo?
a)   Capitalismo comercial
b)   Capitalismo industrial
c)   Capitalismo financeiro
8- Iniciada no século XX, esta fase vai ter no sistema bancário, nas grandes corporações financeiras e no mercado globalizado as molas mestras de desenvolvimento. Estamos falando de:
a)   Capitalismo comercial
b)   Capitalismo industrial
c)   Capitalismo financeiro
9- Surgiu após o advento da Revolução industrial, na Inglaterra. Estamos falando de:
a)   Capitalismo comercial
b)   Capitalismo industrial
c)   Capitalismo financeiro
10- Responda:
a- O que é monopólio e oligopólio?
b- Quais são as formas de Oligopólio e explique cada uma. (cartel, truste, conglomerado e holding).


domingo, 3 de janeiro de 2010

Porque a Globalização é considerada um fenômeno perverso? (Segundo Milton Santos)

Milton Santos considera a globalização como uma das bases para o enraizamento do sistema capitalista nas sociedades atuais, porém este fenômeno não está acessível a todos, ou seja, a maior parte da população está desvinculada e desprotegida da minoria privilegiada por este processo, por isto esta é considerada pelo autor como um fenômeno perverso.
No texto o autor coloca que há uma participação conjunta entre o dinheiro e a informação, intimamente relacionados, influenciando no caráter das pessoas. Com isto as pessoas sentem-se sem amparo e voltam a praticar maneiras que há algum tempo atrás eram consideradas imorais e incabíveis.
A globalização usa a informação de forma a contemplar os seus ideais; em nosso tempo, as novas condições tecnológicas têm a possibilidade de permitir o bem-estar de todos os habitantes do planeta, porém, a informação é usada por uma seleta porção de indivíduos que usam a tecnologia da informação como ferramenta de dominação e perpetuação de poder, impedindo que as pessoas tenham acesso a informação de forma ideal e completa, as impedindo de adquirir conhecimentos para os amparar neste processo perverso de exclusão social, pois o que é transmitido à maioria da humanidade é forjado segundo o interesse dessa minoria. O trabalho da mídia, dentro deste processo é confundir, ao invés de elucidar, isto é perverso, pois presenciamos um mundo onde a informação é um artifício fundamental imprescindível. Hoje a informação tem um poder muito grande de penetrar em todas as atividades humanas, e esta por sua vez se apresenta com duas caras, tentando nos convencer, ou seja, falsificam-se os fatos e nos tenta convencer daquilo que nos dá, e não daquilo que realmente ocorreu, isto é, nos traz a interpretação e não a noticia.
Segundo Santos, um dos consectários do fenômeno global que ocupa nosso planeta é o desmaio do Estado, permitindo a liberdade de produzir, de consumo, e isto só aumenta a desigualdade entre os indivíduos. Nessas condições o financeiro ganharia uma grande autonomia. Um dos motores da globalização é a competitividade, pois comanda nossas formas de ação. Ela extingue qualquer forma de piedade. Não é mais a antiga concorrência, concorrer e competir não são a mesma coisa, competitividade “é um novo nome para a guerra” e tem a guerra como norma, tem-se que a todo custo vencer o outro, seja como e com que armas forem, esta prática provoca esquecimento dos valores éticos e morais e se torna um convite a violência. Ela faz com que os indivíduos se tornem arrebatadores, impetuosos, de forma a considerar o outro como coisa e não mais como pessoa. A competitividade e o consumismo levam ao desfalecimento intelectual da pessoa, de forma a não existir mais a figura do cidadão e sim a do consumidor. Não existe mais a discussão acerca do que é errado ou não, faz-se aquilo que se acha conveniente, que lhe trará vantagens, desta forma os indivíduos e a sociedade em geral dão adeus à generosidade, à solidariedade e à emoção, contemplando a competitividade. Criam-se, desta maneira, novos “valores”, uma nova “ética” corrupta.
A globalização é perversa, pois trouxe à sociedade vários medos, medo do desemprego, medo da fome, medo da violência, medo do futuro, medo do próximo, medo da solidão e até mesmo medo da vida. Esta perversidade se manifesta com muita força, pois está vinculada ao sistema, é uma perversidade sistêmica, o sistema capitalista é uma fabrica de perversidade, pois os problemas sociais deixam de ser fatos isolados e passam a ser generalizados e permanente, já considerado como algo “natural” e aparecem como algo banal e nem sequer os indivíduos lembram que estes problemas são produzidos politicamente e por interesses do capital. A ciência produz apenas aquilo que interessa ao mercado e não a humanidade, priorizando o aprimoramento técnico e não o moral.
Desta forma estamos inseridos em um sistema social cruel, de exclusão social, baseado em valores e regras de mercado, que produz de produtos de valor monetário e em contrapartida destrói os valores humanos e as relações humanas baseadas no companheirismo e na benevolência. E ainda, ultrapassa os limites geográficos e cria riquezas mas não elimina a pobreza e a fome de milhões de pessoas que sobrevivem a margem da sociedade. Mas ainda temos que crer que os Estados ainda enxergarão que estamos em um rumo equivocado e que vão querer mudar o rumo das coisas.

Texto elaborado com base na obra de Milton Santos (Por uma outra Globalização)