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segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Hidrografia Brasileira



O Brasil é dotado de uma vasta e densa rede hidrográfica, sendo que muitos de seus rios destacam-se pela extensão, largura e profundidade. Em decorrência da natureza do relevo, predominam os rios de planalto que apresentam em seu leito rupturas de declive, vales encaixados, entre outras características, que lhes conferem um alto potencial para a geração de energia elétrica. Quanto à navegabilidade, esses rios, dado o seu perfil não regularizado, ficam um tanto prejudicados. Dentre os grandes rios nacionais, apenas o Amazonas e o Paraguai são predominantemente de planície e largamente utilizados para a navegação. Os rios São Francisco e Paraná são os principais rios de planalto.
De maneira geral, os rios têm origem em regiões não muito elevadas, exceto o rio Amazonas e alguns de seus afluentes que nascem na cordilheira andina.
Em termos gerais, como mostra o mapa acima, pode-se dividir a rede hidrográfica brasileira em sete principais bacias, a saber: a bacia do rio Amazonas; a do Tocantins - Araguaia; a bacia do Atlântico Sul - trechos norte e nordeste; a do rio São Francisco; a do Atlântico Sul - trecho leste; a bacia Platina, composta pelas sub-bacias dos rios Paraná e Uruguai; e a do Atlântico Sul - trechos sudeste e sul.

Bacia do rio Amazonas
Em 1541, o explorador espanhol Francisco de Orellana percorreu, desde as suas nascentes nos Andes peruanos, distante cerca de 160 km do Oceano Pacífico, até atingir o Oceano Atlântico, o rio que batizou de Amazonas, em função da visão, ou imaginação da existência, de mulheres guerreiras, as Amazonas da mitologia grega.
As últimas medições, não oficiais, apontam o Amazonas com 7.075 km de extensão, passando assim o rio Nilo, porém em outros aspectos o Rio Amazonas é disparado o maior.
Seu regime é em maior parte pluvial, porem em sua nascente recebe água do degelo da Cordilheira dos Andes.
Sua área de drenagem total, superior a 5,8 milhões de km2, dos quais 3,9 milhões no Brasil, representa a maior bacia hidrográfica mundial. Drena 45% das terras do território brasileiro. Tal área poderia abranger integralmente o continente europeu, a exceção da antiga União Soviética.
O volume de água do rio Amazonas é extremamente elevado, descarregando no Oceano Atlântico aproximadamente 20% do total que chega aos oceanos em todo o planeta. Sua vazão é superior a soma das vazões dos seis próximos maiores rios, sendo mais de quatro vezes maior que o rio Congo, o segundo maior em volume, e dez vezes o rio Mississipi. Tal volume d'água é o resultado do clima tropical úmido característico da bacia, que alimenta a maior floresta tropical do mundo.
Suas águas são utilizadas tradicionalmente como hidrovias, por ser um rio de planície. Navios oceânicos de grande porte podem navegar até Manaus, capital do estado do Amazonas. Embora o rio Amazonas seja um rio de planície, seu afluentes são em quase totalidade rios de planaltos, o que faz com que esta bacia tenha o maior potencial hidrelétrico do Brasil, porem não utilizado.
Como se sabe, o rio Amazonas se apresenta como um rio de planície, possuindo baixa declividade. Sua largura média é de 4 a 5 km, chegando em alguns trechos a mais de 50 km. Por ser atravessado pela linha do Equador, esse rio apresenta afluentes nos dois hemisférios do planeta. Entre seus principais afluentes, destacam-se os rios Iça, Japurá, Negro e Trombetas, na margem esquerda, e os rios Juruá, Purus, Madeira, Tapajós e Xingu, na margem direita.

Bacia do rio Tocantins - Araguaia
A bacia do rio Tocantins - Araguaia com uma área superior a 800.000 km2, constitui- se na maior bacia hidrográfica inteiramente situada em território brasileiro. Seu principal rio formador é o Tocantins, cuja nascente localiza-se no estado de Goiás, ao norte da cidade de Brasília. Dentre os principais afluentes da bacia Tocantins - Araguaia, destacam-se os rios do Sono, Palma e Melo Alves, todos localizados na margem direita do rio Araguaia.
O rio Tocantins desemboca no delta amazônico e embora possua, ao longo do seu curso, vários rápidos e cascatas, também permite alguma navegação fluvial no seu trecho desde a cidade de Belém, capital do estado do Pará, até a localidade de Peine, em Goiás, por cerca de 1.900 km, em épocas de vazões altas. Todavia, considerando-se os perigosos obstáculos oriundos das corredeiras e bancos de areia durante as secas, só pode ser considerado utilizável, por todo o ano, de Miracema do Norte (Tocantins) para jusante.
O rio Araguaia nasce na serra das Araras, no estado de Mato Grosso, possui cerca de 2.600 km, e desemboca no rio Tocantins na localidade de São João do Araguaia, logo antes de Marabá. A origem do nome Araguaia vem da língua tupi, e significa rio das araras vermelhas. O rio é ainda responsável por delimitar a divisa entre vários dos estados pelo qual, juntamente com sua bacia, percorre: Mato Grosso, Goiás, Maranhão, Tocantins e Pará. No extremo nordeste do estado de Mato Grosso, o rio dividi-se em dois braços, rio Araguaia, pela margem esquerda, e rio Javaés, pela margem direita, por aproximadamente 320 km, formando assim a ilha de Bananal, a maior ilha fluvial do mundo. O rio Araguaia, é navegável cerca de 1.160 km, entre São João do Araguaia e Beleza, porém não possui neste trecho qualquer centro urbano de grande destaque.

Bacia do rio São Francisco
A bacia do rio São Francisco, nasce em Minas Gerais, na serra da Canastra, e atravessa os estados da 88Bahia, Pernambuco, Alagoas e Sergipe. O rio São Francisco possui uma área de drenagem superior a 630.000 km2 e uma extensão de 3.160 km, tendo como principais afluentes os rios Paracatu, Carinhanha e Grande, pela margem esquerda, e os rios Salitre, das Velhas e Verde Grande, pela margem direita.
De grande importância política, econômica e social, principalmente para a região nordeste do país, é navegável por cerca de 1.800 km, desde Pirapora, em Minas Gerais, até a cachoeira de Paulo Afonso, em função da construção de hidrelétricas com grandes lagos e eclusas, como é o caso de Sobradinho e Itaparica.

Bacia Platina, ou dos rios Paraná, Uruguai e Paraguai
A bacia platina, ou do rio da Prata, é constituída pelas sub-bacias dos rios Paraná, Paraguai e Uruguai, drenando áreas do Brasil, Bolívia, Paraguai, Argentina e Uruguai.
O rio Paraná possui cerca de 4.900 km de extensão, sendo o segundo em comprimento da América do Sul. É formado pela junção dos rios Grande e Paranaíba. Possui como principais tributários em território brasileiro os rios, Tietê, Paranapanema, Iguaçu, Ivaí. Representa trecho da fronteira entre Brasil e Paraguai, onde foi implantado o aproveitamento hidrelétrico binacional de Itaipu, com 12.700 MW, a segunda maior usina hidrelétrica do mundo, ficando atrás apenas da Usina Três Gargantas, na China. É um rio de planalto, por isto esta bacia é a maior do Brasil em potencial hidrelétrico aproveitado.
O rio Paraguai, por sua vez, possui um comprimento total de 2.550 km, ao longo dos territórios brasileiro e paraguaio e tem como principais afluentes os rios Miranda, Taquari, Apa e São Lourenço. Nasce próximo à cidade de Diamantino, no estado de Mato Grosso, forma a maior planície alagado do planeta, o Pantanal mato-grossense. No seu trecho de jusante banha a cidade de Assunción, capital do Paraguai, e forma a fronteira entre este país e a Argentina, até desembocar no rio Paraná, ao norte da cidade de Corrientes.
O rio Uruguai, por fim, possui uma extensão da ordem de 1.600 km, drenando uma área em torno de 307.000 km2. Possui dois principais formadores, os rios Pelotas e Canoas, nascendo a cerca de 65 km a oeste da costa do Atlântico. Fazem parte da sua bacia os rios Peixe, Chapecó, Peperiguaçu, Ibicuí, Turvo, Ijuí e Piratini.
O rio Uruguai forma a fronteira entre a Argentina e Brasil e, mais ao sul, a fronteira entre Argentina e Uruguai, sendo navegável desde sua foz até a cidade de Salto, cerca de 305 km a montante. 

Bacia do Sudeste e Sul
É composta por rios da importância do Jacuí, Itajaí e Ribeira do Iguape, entre outros. Os mesmos possuem importância regional, pela participação em atividades como transporte hidroviário, abastecimento d'água e geração de energia elétrica
Bacia do Leste
Possui diversos cursos d'água de grande porte e importância regional. Podem ser citados, entre outros, os rios Pardo, Jequitinhonha, Paraíba do Sul, Vaza-Barris, Itapicuru, das Contas e Paraguaçu.
Por exemplo, o rio Paraíba do Sul está localizado entre os estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais, os de maior significado econômico no país, possui ao longo do seu curso diversos aproveitamentos hidrelétricos, cidades ribeirinhas de porte, como Campos, Volta Redonda e São José dos Campos, bem com industrias importantes como a Companhia Siderúrgica Nacional.

Bacia do Nordeste
Vários rios de grande porte e significado regional podem ser citados como componentes dessa bacia, a saber: rio Acaraú, Jaguaribe, Piranhas, Potengi, Capibaribe, Una, Pajeú, Turiaçu, Pindaré, Grajaú, Itapecuru, Mearim e Parnaíba.
Em especial, o rio Parnaíba é o formador da fronteira dos estados do Piauí e Maranhão, por seus 970 km de extensão, desde suas nascentes na serra da Tabatinga até o oceano Atlântico, além de representar uma importante hidrovia para o transporte dos produtos agrícolas da região. 

Acesse www.brasildasaguas.com.br e saiba tudo sobre as bacias hidrográficas do Brasil.
Clique Aqui e resolva exercícios sobre as bacias hidrográficas do Brasil.
Fonte: Anuário Estatístico do Brasil - 1992 – FIBGE

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Tempo e Clima


Tempo e Clima

A palavra clima vem do grego klino que significa inclinação. As características do clima são determinadas por diferentes elementos: pressão atmosférica, temperatura e precipitações, que são alterados por fatores como altitude, latitude, proximidade do mar e correntes marinhas.
O clima é definido pelas informações sobre o tempo atmosférico de uma região, obtidas pela observação desse lugar por um longo período.
Já o tempo refere-se a uma situação transitória da atmosfera, passível de mudanças diárias e até horárias.
Chamamos de amplitude térmica a diferença entre a temperatura máxima e a temperatura mínima registrada num determinado período de tempo. Por exemplo, a amplitude térmica anual designa a diferença entre a temperatura média do mês mais quente e a temperatura média do mês mais frio; no caso da amplitude térmica diária, refere-se à diferença entre a temperatura máxima e mínima de um dia.
Os meteorologistas utilizam-se das informações de diversos instrumentos para fazer a previsão do tempo:
- termômetro – mede a temperatura do ar;
- barômetro – registra a pressão do ar;
- higrômetro – mede a umidade do ar;
- pluviômetro – mede a quantidade de chuva;
- anemômetro – mede a velocidade dos ventos.
Os dados necessários à previsão do tempo são fornecidos também por radares e satélites artificiais, cujas informações são recebidas por computadores e analisadas nos centros meteorológicos.

Atividades
I – Leitura silenciosa do texto acima.
II - Questões de entendimento do texto.
a) Complete de acordo com o texto:
(...) Os antigos associavam os diferentes climas à variação da inclinação dos raios do Sol em relação à Terra. Por isso, a palavra ............................, em grego significa inclinação (...).
b) Relacione o aparelho à sua função:
(1) anemômetro          (   ) indica a umidade do ar.
(2) pluviômetro            (   ) registra a temperatura do ar.
(3) higrômetro             (   ) mede a velocidade dos ventos.
(4) barômetro              (   ) registra a pressão do ar.
(5) termômetro            (   ) registra a quantidade de chuvas.
c) Defina amplitude térmica.
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d) Onde são analisadas as informações sobre o tempo enviadas pelos radares e satélite artificiais aos computadores?
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e) Coloque V nas frases verdadeiras e F nas falsas.
(    ) o clima pode mudar várias vezes ao dia.
(    ) a previsão do tempo é feita pelos meteorologistas.
(   ) para que possamos definir o clima de uma região faz-se necessária a observação das características das condições atmosféricas desse lugar, num longo espaço de tempo.

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Estudo da População


É preciso Saber:
Censo ou recenseamento – contagem dos indivíduos que formam a população.
O IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) é o órgão do governo que faz a contagem da população no Brasil.
A contagem da população é feita aproximadamente de 10 em 10 anos.
A primeira contagem da população brasileira aconteceu em 1872.
Demógrafos – são os especialistas no estudo da população.
População - conjunto de habitantes de um lugar.
População absoluta – total de habitantes de um lugar.
População relativa = densidade demográfica – trata-se do número de pessoas em relação à superfície ocupada ou habitada.
Formula para calcular a população relativa ou densidade demográfica – divide-se a população absoluta pela área ocupada.
Populoso – é a qualidade referente à população absoluta, isto é: ao nº total de habitantes (sem considerar a área do lugar ou país)
Povoado – refere-se à população relativa, ou densidade demográfica.
Áreas de grande concentração populacional – as que têm densidade demográfica superior a 100 habitantes por quilômetro quadrado. Exemplo: as grandes metrópoles. Áreas pouco povoadas - as que possuem menos de três habitantes por quilômetro quadrado. Vazios demográficos - regiões com menos de um habitante/km2. Exemplo: Antártida e os desertos em geral.
Crescimento natural ou crescimento vegetativo – diferença entre o nº de nascimentos e de mortes.
Natalidade – total de mortes ocorridas em um ano.
Mortalidade – total de mortes ocorridas em um ano.
Expectativa de vida - prevê quantos anos um recém-nascido poderá viver, levando-se em conta as condições sociais e médico-sanitárias do país onde ele nasceu.
Pirâmides etárias – tipo de gráfico contendo informações sobre a população de um país, classificada por idade e sexo.
Costuma-se dividir a população dos países em faixas etárias, ou seja, por idade. As três principais faixas etárias são:
a) jovem – formada por pessoas que têm até 19 anos de idade
b) adulta – constituída de pessoas que têm de 20 a 59 anos de idade.
c) idosa – os que têm 60 anos ou mais.
Estimativa da população – é o cálculo anual da população absoluta, feito de maneira prévia.
Movimentos da População
Migrações – movimentos ou deslocamentos da população de um lugar para outro.
Migrantes – pessoas que migram, isto é, que mudam de um lugar para outro
Qualquer migração tem dois aspectos: a saída de um lugar e a entrada em outro. A saída é chamada de emigração e a entrada é denominada imigração. Assim, um japonês que veio para o Brasil é um emigrante para os japoneses que lá ficaram e um imigrante para nós brasileiros que aqui o recebemos.
Atividades
Questões
1 – O que é população?
2 – Quem faz parte da população brasileira?
3 – Como podemos calcular a densidade demográfica de um país?
4 – Explique o que é crescimento natural ou crescimento vegetativo.
5 – O que é censo ou recenseamento?
6 – Que órgão é responsável pela realização dos censos demográficos no Brasil?
7 – O que são “vazios demográficos”?
8 – O que são pirâmides etárias?
9 – O que é natalidade?
10 – O que é mortalidade?
11 – Empregando a fórmula que você aprendeu, calcule a população relativa ou densidade demográfica de uma sala de aula com 35 metros quadrados de área, onde estudam 40 alunos.
Teste
Assinale a resposta mais correta.
1- População absoluta é:
A – O crescimento natural.
B – O número total de habitantes.
C – O número de habitantes por quilômetro quadrado.
D – O crescimento efetivo.
2- A relação população/superfície exprime:
A – O crescimento natural.
B – A população absoluta.
C – A densidade demográfica ou população relativa
D – O crescimento efetivo.
3- As áreas menos povoadas correspondem às regiões:
A – com muitos dias de sol.
B – montanhosas de clima agreste.
C – com indústria.
D – com belas praias.

Respostas do teste
1 – b
2 – c
3 – b

domingo, 7 de novembro de 2010

IDH do Brasil

IDH Vergonhoso!

É uma vergonha um país, com o potencial do Brasil, ficar numa posição tão ridícula no desenvolvimento humano

“Não espere que a solução venha do governo. O governo é o problema.” __ Ronald Reagan


O Brasil passa vergonha até mesmo quando comparado aos demais países latino-americanos



O novo relatório do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) para 2010 foi divulgado e mostra o Brasil no 73º lugar do ranking entre 169 países. Em que pesem todas as falhas deste indicador, o fato é que o Brasil passa vergonha até mesmo quando comparado aos demais países latino-americanos. O Chile, por exemplo, está no 45º lugar, seguido logo depois pela Argentina, enquanto Uruguai está no 52º lugar. A péssima qualidade da educação no Brasil foi citada como um dos principais pontos fracos.
Os primeiros colocados são Noruega, Austrália, Nova Zelândia, Estados Unidos e Irlanda. Quando comparamos os 20 países com maior IDH com o Índice de Liberdade Econômica do Fraser Institute, do Canadá, vemos uma enorme interseção. O Brasil, por sinal, está no 102º lugar no ranking de liberdade econômica, mostrando como o liberalismo passou mais longe do país que Plutão da Terra. Não há muito como fugir da regra: somente com mais liberdade para a iniciativa privada teremos um significativo aumento no desenvolvimento humano. O social não pode ser dissociado do econômico.
Como dizia o então presidente norte-americano Ronald Reagan, o governo é parte do problema, e a solução é menos, não mais, governo. Infelizmente, a crença de que todas as soluções passam pela mão visível do governo é quase religiosa no Brasil. Todos esperam “milagres” por meio das canetadas do presidente, visto como um “messias salvador”. Enquanto perdurar esta mentalidade, vamos patinar com nosso IDH, vendo países emergentes deslanchando, como foi o caso da Coreia do Sul. É uma vergonha um país, com o potencial do Brasil, ficar numa posição tão ridícula no desenvolvimento humano. Até quando?
Rodrigo Constantino (diretor do Instituto Liberal)


* Fonte:www.opiniaoenoticia.com.br

Exercicios sobre Equilibrio Termico Efeito Estufa

Observe a Imagem:


2- Observa com atenção a figura 1.
2.1- Com base na figura 1 explique o processo de equilíbrio térmico da Terra.


3- “O ar é um recurso natural que, ao contrário de outros recursos, não necessita ser racionalizado em termos de quantidade (o ar não é um bem escasso) mas necessita ser gerido a nível de qualidade.”in, Portal do Ambiente
3.1- Defina poluição.

3.2- Cite cinco causas da poluição atmosférica.

3.3- Mencione sete problemas causados pela poluição atmosférica.

4- Observa a figura abaixo:

clique nas imagens para ampliar

4.1- Explique o fenômeno do efeito de estufa.

5- Leia com atenção o seguinte documento:

O "buraco" do ozônio não é, na realidade, um buraco. É uma redução dessa camada que ocorre anualmente nas regiões polares”
5.1- Identifique o problema ambiental a que ele se refere.

5.2- Apresente quatro das principais consequências do problema ambiental abordado na questão anterior.

Cartografia - Escalas

Cartografia:
Escalas
Podemos definir escala como a relação entre o tamanho do fato geográfico representado no mapa e o seu tamanho real na superfície terrestre.
Estas podem ser de dois tipos:
- Escala numérica: é representada por uma fração, na qual o numerador indica a distancia no mapa, e o numerador indica a distancia na superfície real.
Exemplo: 1: 100 000
Uma escala 1: 100 000 lê-se: um para cem mil, o que significa que a superfície representada foi reduzida 100 mil vezes, ou seja, um centímetro (1 cm) no mapa é igual a 100.000 centímetros na superfície real, ou seja, 1 km.
- Escala gráfica: é uma linha reta graduada, na qual se indica a relação da distancia real com as distancias representadas no mapa.
Exemplo:
Neste caso 1 cm equivale a 50 km no tamanho real.
Como saber a distancia real através da escala:
A formula para calcular a distancia real entre dois pontos em um mapa é:
D=E.d
D: distancia real
d: distancia no mapa
E: escala
Portanto, em um mapa de escala 1: 200 000, a distância em linha reta entre dois pontos é de 20 cm. Qual a distância real entre esses pontos?
200 000 cm, corta-se cinco zeros: 2 km
D= 20.2
D=40 km

Zonas Climaticas da Terra

Zonas Climáticas ou Zonas Térmicas da Terra 

 


ZONAS CLIMÁTICAS
Por definição, as zonas climáticas são regiões da superfície da Terra, com características climáticas semelhantes.
A Terra se divide em três zonas climáticas:
Zona Tropical: região compreendida entre os dois trópicos (Câncer e Capricórnio): apresenta altas temperaturas e grande quantidade de chuva.
Zonas Temperadas (norte e sul): compreendidas entre os trópicos e os Círculos Polares: apresenta temperaturas mais amenas (suaves) e as estações do ano bem definidas (primavera, verão, outono e inverno).
Zonas Polares: são as áreas mais distantes do Equador. Portanto, as áreas mais frias (geladas) do Globo. Localizam-se entre os Círculos Polares e os Pólos (norte e sul).

Principais produtos cultivados nas duas Zonas Climáticas:
Zona Tropical: cana-de-açúcar, café, cacau, frutas tropicais, laranja, banana, abacaxi, melancia etc;
Zona Temperada: trigo, aveia, soja, cevada, beterraba, batata, frutas (pêra, maçã, uva...) etc.
O Brasil tem a maioria de seu território localizado na Zona Tropical. Por isso, produz e exporta produtos tropicais, tais como: a cana, o café, o cacau etc.
Entretanto, nem sempre é o clima que determina o tipo de produção, porque, com o uso da tecnologia, o clima nem sempre é obstáculo para a produção de determinados produtos. Existem áreas desérticas produzindo com irrigação e existem estufas que garantem a produção em lugares muito frios.